Posso importar o meu catálogo de composições por planilha?
Sim. Em Orçamentos, abra Composições e clique em "Importar catálogo". O arquivo pode vir em dois formatos. No formato de linhas, o XLSX, XLS, ODS ou CSV traz uma linha por componente, repetindo o código, a descrição e a unidade da composição em todas as linhas dela. Em XLSX, XLS ou ODS, se essas três células estiverem mescladas ao longo do bloco, que é como um catálogo costuma ser publicado, a repetição é dispensada: as linhas debaixo da célula mesclada pertencem à composição de cima. Em CSV não existe mesclagem, então lá o código precisa estar em toda linha. Uma linha que não traz o código da composição e não está debaixo de uma célula mesclada não pertence a composição nenhuma: a importação recusa o arquivo inteiro dizendo em quais linhas isso acontece, em vez de gravar uma composição pela metade. Linha de subtotal, de separação ou de anotação no meio do bloco é ignorada, porque não traz código, unidade nem coeficiente de insumo. Nesse formato, selecione a aba, a linha de cabeçalho, a última linha, a convenção decimal e quais colunas têm código, descrição e unidade da composição, código, descrição e unidade do componente, coeficiente e custo unitário; a categoria é opcional. As colunas são reconhecidas pelo cabeçalho quando os nomes são claros, e qualquer uma pode ser corrigida. No formato de linhas, um componente cujo código também é código de uma composição do mesmo arquivo é tratado como auxiliar e criado antes de quem o usa: não é preciso coluna de nível nem de tipo. O outro formato é a planilha analítica do SEOBRA, em blocos: uma composição por bloco, com numeração, código, descrição e unidade na linha de título e os componentes separados em grupos. Ela é reconhecida sozinha, sem escolher aba nem colunas: todas as abas em blocos são lidas juntas, como um catálogo só, e as outras abas do arquivo ficam de fora. Se alguma aba do arquivo passar dos limites de tamanho e não for lida, a prévia lista essa aba com o motivo e o catálogo em blocos não é importado, porque ela pode ter composições ou as auxiliares das outras: tire do arquivo as abas que não são do catálogo, ou divida-o em arquivos menores, cada um com as auxiliares que as suas composições usam. Só as linhas do grupo Serviço são composições auxiliares; as dos outros grupos entram como insumos com o preço da planilha, por esta tabela, que a prévia mostra com quantas linhas cada grupo tem: Material vira material; Mão de Obra, Mão de Obra com Encargos Complementares e Encargos Complementares viram mão de obra; Equipamento e Equipamento Custo Horário viram equipamento; Especiais e Geral viram outros. Um grupo fora dessa tabela entra como outros e aparece marcado na prévia. Por isso um mesmo código pode ficar na biblioteca como insumo e como composição, quando a planilha o usa como insumo num bloco e o descreve como composição em outro, e reprecificar essa composição depois não muda o custo de quem o usou como insumo. Um bloco repetido igual a outro é lido uma vez só, e cópias diferentes do mesmo código são recusadas nomeando as duas abas e linhas. Uma linha com coeficiente zero fica de fora e é listada, sem mudar o custo, e uma linha que não é componente nem rodapé conhecido é ignorada e listada. Cada composição entra com o custo calculado dos seus componentes pela regra de centavos que o próprio bloco mostra, e guarda essa regra: truncar cada parcela, como o SINAPI; somar as parcelas sem arredondar e arredondar só o total, como a SEINFRA; ou arredondar cada parcela. A regra continua valendo quando a composição é editada, duplicada, arquivada ou recalculada por um preço novo de insumo. Quando o custo calculado difere do VALOR escrito no bloco, a composição é importada mesmo assim e a prévia lista a diferença com os dois valores, o calculado e o VALOR da planilha, com a aba e a linha. Nesse formato, cada recusa diz a aba e a linha. A prévia conta quantas composições e quantos insumos serão criados, lista as composições na ordem de criação e mostra cada recusa com o número da linha. Uma linha que não pode ser lida recusa a composição inteira, porque uma composição é uma soma e uma soma sem uma parcela é um número errado. Descrições, unidades ou custos diferentes para a mesma composição no mesmo arquivo são recusados com os dois valores. Coeficientes são lidos com até sete casas e guardados com seis, e a tela informa quantos foram arredondados. A importação pode ser repetida: um código que a biblioteca já tem é ignorado e continua como está, então reenviar o mesmo arquivo importa só o que faltou. Um insumo que já existe mantém o preço que a empresa decidiu, e cada diferença em relação à planilha é informada com os dois valores; um insumo pendente recebe o preço da planilha e deixa de ser pendente, e isso exige permissão de editar orçamentos, porque definir o preço de um insumo que já está na biblioteca é o que a tela de insumos cobra para editar. Quem tem só criar orçamentos importa o que é novo e recebe a recusa escrita nesse insumo. Um insumo que a biblioteca tem em outra unidade ou em outra categoria não é reaproveitado: a importação recusa esse insumo dizendo as duas unidades, e as composições que dependem dele falham com a mesma frase, porque um coeficiente calculado em saco não vale em quilo. Cada gravação cria uma revisão com o motivo Importação de catálogo. Ao final, a tela mostra insumos criados, reaproveitados e precificados, composições criadas, composições atualizadas, códigos ignorados, preços divergentes e falhas; uma composição que falha não impede as que não dependem dela. Um catálogo maior vai em partes de até 500 composições, com as auxiliares primeiro, e cada parte encontra na biblioteca as auxiliares que as anteriores gravaram. Uma auxiliar que uma parte não conseguiu gravar não é trocada, nas partes seguintes, pela revisão que a biblioteca já tinha: quem a usa falha com a mesma frase que teria num envio só, e o resumo mostra essa falha. Um clique envia as partes uma depois da outra, e cada parte deixa o próprio resumo em Importações anteriores. Se uma parte não entra, as seguintes não são enviadas: a tela diz qual parte parou e quais já estão na biblioteca, e reenviar o mesmo arquivo importa só o que falta. Limites: 500 composições e 5.000 insumos por parte, 10 importações por hora para cada usuário (cada parte conta como uma), 100 componentes por composição, 12 níveis de auxiliares, e os mesmos limites de arquivo da importação de orçamento (5 MB, 30 MB descompactados, 20 abas, 5.000 linhas, 60 colunas e 100.000 células por aba, e 100.000 células lidas no arquivo). O arquivo é lido no navegador e importar exige permissão de criar orçamentos. Atualizar as composições que a biblioteca já tem é uma escolha da própria importação, e exige também a permissão de editar orçamentos: marcar a caixa sem ela recebe uma recusa dizendo isso, e desmarcada a importação segue normalmente com o que é novo. A caixa "Atualizar as composições que a biblioteca já tem" vem desmarcada, e marcá-la faz o arquivo gravar uma revisão nova em cada composição que ele realmente muda; uma composição idêntica à do arquivo não é regravada, então reenviar o mesmo catálogo não enche o histórico de revisões iguais. A tela lista cada código atualizado com o que mudou nele: descrição, unidade, regra das parcelas, componentes novos, componentes removidos, coeficientes alterados, a ordem dos componentes ou auxiliares atualizadas. Uma composição importada antes de a regra das parcelas ser lida continua com o custo que tinha; ela só passa a usar a regra do bloco se o arquivo for importado de novo com a caixa marcada. A revisão anterior continua no histórico da composição, e uma composição arquivada é atualizada e continua arquivada. Os preços dos insumos não mudam nos dois casos: isso continua sendo decisão do catálogo de insumos. Uma composição que o arquivo também traz passa a usar a revisão que a importação gravou para cada auxiliar dela, mesmo sem outra mudança, e aparece na lista com as auxiliares atualizadas. Uma composição que o arquivo não traz mantém a revisão de auxiliar que já tinha, como acontece ao editar pela tela; para trocá-la, edite a composição. Se alguém gravar a composição no editor entre a leitura e a gravação da importação, aquele código não entra e a tela diz por quê. Cada importação fica guardada: no mesmo painel, "Importações anteriores" mostra a data e a hora, o arquivo, a aba, quem importou e o mesmo resumo da tela, então fechar a página não perde mais o que a importação decidiu. Ficam as 20 mais recentes da empresa, e cada lista guardada (códigos atualizados, códigos ignorados, preços divergentes e falhas) traz os 50 primeiros, sempre com o total ao lado, para você saber quantos existem além dos que estão na tela. Consultar as importações anteriores exige permissão de visualizar orçamentos; importar continua exigindo criar orçamentos. As importações também acompanham a exportação dos dados da empresa.
Outras perguntas de Orçamentos
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