Dá para montar o orçamento com base no SINAPI?

Nas edições importadas com detalhamento analítico, Ver composição da referência abre os insumos, os coeficientes com as casas decimais que a tabela publica (até sete no SINAPI, seis na SUDECAP, sete no DER-ES), os custos e as composições auxiliares. É possível consultar antes de salvar e no orçamento salvo. O painel preserva a edição, a UF e o regime escolhidos, distingue preço zero de preço ausente e indica quando um componente usa preço de São Paulo como referência. Abrir uma auxiliar explica o custo, sem somar seus insumos novamente ao orçamento. A tabela é somente leitura, mas a composição pode ser copiada: no editor do orçamento, o painel da referência tem "Copiar para a minha biblioteca", que cria em Composições uma composição própria com os mesmos componentes, coeficientes e preços da edição aberta. A cópia é sua desde o primeiro instante: os coeficientes ficam editáveis, cada gravação cria uma revisão, e o registro de origem (tabela, código, UF, regime, edição e revisão) permanece depois das suas alterações, porque diz de onde a composição nasceu e não que ela ficou intocada. O código é oferecido no formato SINAPI-87495; se já existir na sua biblioteca, o sistema pede outro. Copia-se a composição aberta na tela: se você abriu uma auxiliar, é a auxiliar que é copiada. As diferenças entre a tabela e a biblioteca são informadas na hora, porque existem e mudam com a tabela: o SINAPI publica coeficientes de até sete casas decimais e a biblioteca guarda seis, então a tela diz quantos coeficientes foram arredondados; e a cópia de uma composição do SINAPI trunca cada parcela em centavos, como o SINAPI, então a diferença entre o custo da cópia e o publicado, quando existe, vem da casa decimal que a biblioteca não guarda, e a tela diz de quanto é. A SUDECAP publica coeficientes de até seis casas e arredonda cada parcela em centavos como a cópia, então nela não há coeficiente arredondado a informar. O DER-ES publica até oito casas, a edição guarda sete e a tabela trunca cada linha em centavos, e a cópia trunca como ele, então nele a tela informa os coeficientes arredondados e a diferença de custo que eles causarem. Uma cópia gravada antes de a biblioteca truncar como a tabela continua com o custo com que foi gravada. Composições com mais de 100 componentes, ou com algum componente sem preço na edição, não podem ser copiadas. Copiar não altera o item do orçamento nem a tabela publicada: quem ganha a composição é a biblioteca. O painel de uma proposta já enviada consulta, mas não copia. O cálculo do SINAPI trunca cada parcela em centavos e o da SUDECAP arredonda cada parcela, com empate para cima; diferenças entre o total calculado e o publicado são mostradas para conferência. Alterar o custo aplicado não muda os componentes originais. Ao salvar ou duplicar, o orçamento mantém a estrutura da edição usada; edições antigas somente sintéticas continuam sem detalhamento. Os componentes também acompanham a exportação dos dados da empresa, mas não saem no PDF comercial do cliente. Dá. Em cada item da proposta há o botão "Buscar em tabela de referência", que abre a busca nas composições sintéticas: escolha a tabela (SINAPI, SEINFRA-CE, SUDECAP, DER-ES, DER-PR, SIURB Edificações, SIURB Infraestrutura, SCO-RIO ou CASAN Saneamento), digite o código da composição (por exemplo, 87495) ou um trecho da descrição (por exemplo, "alvenaria bloco"), escolha a UF e o regime (desonerado ou não desonerado), e o resultado aparece com o custo unitário e a edição da tabela de referência ao lado, sempre: o mês quando a tabela publica por mês, como o SINAPI, e a edição numerada quando ela não publica mês, como a SEINFRA-CE. Escolher um resultado preenche a descrição, a unidade e o custo unitário do item, e registra de onde o número veio: fonte, código e edição. No topo de Orçamentos, a navegação reúne Orçamentos, Composições e Insumos. Em Composições você pode cadastrar, editar, duplicar, arquivar, restaurar e consultar revisões de composições próprias, com insumos, auxiliares e coeficientes de até seis casas decimais. A biblioteca é privada da empresa; usa as permissões de Orçamentos para visualizar, criar e editar, e arquivar/restaurar exige editar. Cada gravação cria uma revisão e as auxiliares mantêm a revisão selecionada. No item do orçamento, use "Composição própria" para buscar por código ou descrição. A escolha preenche descrição, unidade e custo; o preço segue o BDI, exceto se já foi definido manualmente. Ao salvar, o orçamento captura a revisão escolhida e todas as revisões auxiliares. Editar ou arquivar a biblioteca não muda o orçamento, e duplicar preserva o detalhamento. Abra a composição no item para consultar coeficientes, insumos e auxiliares; mudar o custo da linha não altera a revisão capturada. A SEINFRA-CE e a SUDECAP já podem ser escolhidas na lista de tabelas: a mineira é a tabela de construção de Belo Horizonte (MG), nos dois regimes, por edição identificada pelo mês de referência, e a metade de consultoria dela não está integrada, porque publica preço de venda, com margem e impostos dentro. O DER-ES também está na lista: é a tabela de edificações do Espírito Santo, publicada todo mês e só no regime não desonerado, e as edições dela entram com detalhamento analítico, então Ver composição da referência abre insumos, coeficientes e auxiliares. Nele o preço está na linha da composição, e não no dicionário de insumos da edição: a mão de obra multiplica o salário já com os encargos, o equipamento multiplica a hora que as duas utilizações ponderam, e os itens de incidência multiplicam a soma das linhas marcadas do próprio bloco. Essas linhas aparecem com a origem Preço aplicado na linha, e o preço que o dicionário publica para aquele insumo continua visível no insumo, para você comparar os dois. O DER-ES publica coeficientes de até oito casas decimais e o sistema guarda sete, o que nas cinco edições de 2026 não mudou nenhum centavo. Edições novas do DER-ES entram sem ninguém precisar lembrar: todo dia 28 o sistema procura a mais recente na página do DER-ES e a importa quando ela reconcilia como as anteriores. Se algum código mudou de unidade desde a edição anterior, a edição nova espera uma revisão da nossa equipe antes de entrar, e a anterior continua valendo até lá. O próprio DER-ES publica cada mês com dois a quatro meses de atraso, então em setembro de 2026 a edição mais recente publicada por ele é a de maio. Duas composições por edição são preço fechado, com preço publicado e nenhuma parcela, e algumas linhas de Serviços citam um código que a edição não publica como composição: nesses dois casos não há detalhamento para abrir. O DER-PR também está na lista: é o Referencial de Custos rodoviário do Paraná, publicado nos dois regimes e identificado pela Data Base impressa nos relatórios, e não pela pasta do site (a edição de agosto de 2025, com Data Base 31/08/2025, está na pasta de novembro). O DER-PR publica sem calendário fixo: entre uma edição e a seguinte já passaram de um a nove meses, e em setembro de 2026 a edição mais recente publicada pelo DER-PR é a de Data Base 31/08/2025. Por isso todo dia 15 o sistema procura a mais recente na página do DER-PR e a importa quando todas as composições dos dois regimes reconciliam. Se algum código mudou de unidade desde a edição anterior, a edição nova espera uma revisão da nossa equipe antes de entrar, e a anterior continua valendo até lá. Ele entra só com o custo sintético, então Ver composição da referência não abre nada nele. A tabela trunca em centavos cada parcela, cada metade de um equipamento (hora produtiva e hora improdutiva, em separado) e a divisão do custo horário pela produção da equipe. Em 360 dos 709 serviços o DER-PR publica o custo direto sem o transporte, porque o frete depende da distância da obra: esses resultados trazem o aviso "Custo publicado sem o transporte: acrescente o frete pela distância da obra." na busca do item, na busca da tabela de preços, na prévia de Colar lista de códigos, na linha do item e no orçamento salvo, com a lista do que a tabela deixa de fora (as toneladas transportadas por unidade e a fórmula do frete pela distância). A origem do item termina em "publicado sem transporte" na tela e no relatório técnico; no PDF da proposta, que vai para o cliente, a origem sai sem essa cláusula, porque o frete somado já está no preço. O número mostrado é o custo da tabela sem o frete, nunca um frete zero; somar o frete é com você. Quatro concretos usinados a tabela publica com preço zero, porque são cotados por obra, e as composições que os usam trazem o aviso de cotar o insumo na praça da obra. As doze composições de transporte por tabela, cujo custo é uma fórmula da distância, não aparecem na busca, porque não têm preço até a obra dizer a distância. A SIURB, tabela da Prefeitura de São Paulo, também está na lista e oferece só a UF SP. Ela publica dois catálogos que repetem códigos entre si, por isso aparecem como duas tabelas: SIURB Edificações e SIURB Infraestrutura. A edição é a data-base, que a prefeitura fixa em janeiro e julho e publica meses depois: em setembro de 2026 a mais recente é a de jul/2026. Datas-base novas entram sem ninguém precisar lembrar: todo dia 5 o sistema procura a mais recente na página da prefeitura e a importa quando ela reconcilia. Os dois regimes podem ser buscados. No regime não desonerado, Ver composição da referência abre insumos e coeficientes, e a parcela de cada insumo é a que a prefeitura publica, com quatro casas decimais: o custo do insumo aparece arredondado em centavos, então coeficiente vezes custo nem sempre reproduz a parcela, e o total da composição é a soma das parcelas truncada em centavos. Em cerca de um terço das composições o custo publicado fica um centavo acima dessa soma, porque a prefeitura calcula as parcelas com mais casas do que publica, e o painel explica isso em vez de acusar divergência; o custo que vale é o publicado. No regime desonerado de jul/2026 a prefeitura publicou só os preços, sem composição analítica: o item entra com o custo publicado e sem componentes, e o painel e os relatórios técnicos dizem que não há detalhamento, em vez de completar com outra edição ou copiar os coeficientes do outro regime. Ao copiar uma composição da SIURB para a biblioteca, a cópia usa o custo do insumo em centavos e a tela informa a diferença para o custo publicado. Alguns preços de transporte da SIURB Infraestrutura dependem de uma distância, como 25+20N, e não entram no catálogo porque não são um preço. A SCO-RIO, tabela da Prefeitura do Rio de Janeiro calculada pela FGV, também está integrada e oferece só a UF RJ. Ela é publicada todo mês, nos dois regimes, e entra só com o preço fechado de cada serviço, sem composição, então Ver composição da referência não abre nada nela. O código muda com o regime: o mesmo serviço é AD 04.05.0050 no desonerado e AD 05.05.0050 no não desonerado, e cada regime guarda o código que a prefeitura publica, sem a marca de revisão entre parênteses. A edição é o mês de referência impresso na planilha, e não a pasta do site, que vem um mês à frente: a edição mais recente é a do mês anterior ao da publicação no site. Edições novas da SCO-RIO entram sem ninguém precisar lembrar: todo dia 25 o sistema procura a mais recente na página da Controladoria do Rio e a importa quando todos os preços dos dois regimes conferem, centavo a centavo, com a planilha publicada. Se algum código mudou de unidade desde a edição anterior, a edição nova espera uma revisão da nossa equipe antes de entrar, e a anterior continua valendo até lá. A CASAN Saneamento, tabela de Preços Obras Civis da CASAN, a companhia de água e esgoto de Santa Catarina, também está integrada e oferece só a UF SC. É a tabela das obras de saneamento, de água e esgoto, e não de edificações: na escolha da tabela ela aparece com o nome CASAN Saneamento e a linha Santa Catarina, saneamento. A CASAN publica só no regime não desonerado e só com o preço fechado de cada serviço, sem composição, então Ver composição da referência não abre nada nela. Os serviços que a tabela lista sem preço, todos na unidade Gb (global), não entram no catálogo e não aparecem na busca. A edição é o mês de referência impresso no cabeçalho da tabela, e não a data do arquivo. A CASAN troca a tabela sem calendário fixo, com um a três anos entre uma e a seguinte, e costuma publicá-la alguns meses depois do mês de referência. Edições novas da CASAN entram sem ninguém precisar lembrar: todo dia 12 o sistema procura uma tabela nova na página da CASAN e a importa quando todos os preços conferem, centavo a centavo, com o PDF publicado. Quando a página da CASAN é ambígua, como duas tabelas do mesmo mês mais recente ou uma tabela cujo cabeçalho traz um mês diferente do que o nome do arquivo diz, nada é importado, a edição atual continua valendo e a falha fica registrada para a nossa equipe conferir. Se algum código mudou de unidade desde a edição anterior, a edição nova espera uma revisão da nossa equipe antes de entrar, e a anterior continua valendo até lá. As que ainda não estão integradas são o SICRO (nacional, do DNIT), o ORSE (SE), o SETOP (MG) e a EMOP (RJ): elas não aparecem na escolha da tabela, e a busca não encontra código delas. Algumas tabelas oficiais entram no sistema só com um preço fechado por serviço, sem composição analítica para abrir: a SCO-RIO é uma delas, porque as edições dela que o sistema importa publicam o preço fechado de cada serviço e nenhuma composição, e a CASAN é outra, porque a tabela de obras civis dela publica o preço fechado de cada serviço e nenhuma composição; os itens das duas aparecem como "preço publicado, sem composição", o custo conta no total do orçamento e fica fora da explosão de insumos e da ABC de insumos dos relatórios técnicos. A importação de catálogos de composições por planilha já existe, em Composições, no botão Importar catálogo. Planilhas de orçamento já podem ser revisadas e incluídas pelo editor. A biblioteca faz parte do mesmo ambiente de orçamentos. Ao converter a proposta em obra, o custo total é preservado separadamente do valor de venda, e o rateio por etapas usa esse custo, sem tratar a margem como gasto. O custo do SINAPI é ponto de partida: você pode editar a descrição, a unidade e o custo depois, e quem tem fornecedor mais barato sobrescreve o valor. Editar não apaga a referência, porque ela diz de onde a linha nasceu, e não que ela ficou intocada. O preço de venda continua saindo do BDI, da etapa ou da proposta, exatamente como num item digitado à mão; o SINAPI preenche custo, nunca preço. A busca começa na edição mais recente importada para a UF e o regime; você pode selecionar outra edição e revisão em Edição da tabela, o custo é copiado para o item no momento da escolha e não muda quando a Caixa publica a tabela do mês seguinte: uma proposta já enviada não muda de valor porque o mês virou. Novas importações preservam as edições anteriores. O catálogo guarda as edições dos últimos 12 meses de cada tabela; as mais antigas são removidas, com duas exceções que nunca saem: a edição atual de cada tabela e UF, e qualquer edição usada por um orçamento salvo ou por uma composição copiada para a sua biblioteca. Uma correção cria uma nova revisão da tabela; repetir o mesmo conteúdo reaproveita a edição, e repetir um arquivo antigo não desfaz uma correção mais recente. A busca individual, Adicionar por código e Colar códigos e quantidades oferecem Edição da tabela: a edição (o mês, no SINAPI) e a revisão das edições importadas para a UF e o regime. Carregar edições anteriores alcança o histórico; revisões substituídas são identificadas e continuam disponíveis. Atualizar lista de edições mantém a seleção atual. Trocar a edição invalida resultados e prévias anteriores, sem modificar itens já incluídos. Se a edição não estiver disponível para o contexto escolhido, a consulta falha e pede outra seleção, sem trocar a tabela automaticamente. Ao salvar um item selecionado no catálogo, o orçamento guarda a edição exata, a UF, o regime e o custo original da referência. Quando a referência usa uma edição nomeada, a origem salva mostra essa identificação e não inventa um mês. Alterar o custo aplicado não modifica essa origem; reabrir ou duplicar o orçamento preserva os dois valores. No editor e na consulta do orçamento, a referência salva mostra UF, regime e revisão, e Custo original da referência abre o valor da tabela. Quando o custo aplicado se afasta do custo que a tabela publicou, a própria linha diz isso, no editor enquanto você digita e no orçamento salvo, com o rótulo "Custo ajustado" e dizendo quanto e para que lado: acima ou abaixo da tabela. A comparação é entre custos, porque é custo o que uma tabela pública publica; o preço de venda é seu, formado pelo BDI sobre esse custo, e mexer nele à mão não produz esse rótulo. Adaptar um custo publicado é trabalho normal de engenharia (uma distância, um salário local, o orçamento de um fornecedor), e a frase existe para que a adaptação fique visível antes que uma edição nova passe por cima dela. No orçamento salvo, Tabelas de referência reúne as linhas que vieram de uma tabela publicada e mostra, em cada uma, a edição em que a linha foi escolhida, a edição atual, o custo aplicado, o custo publicado hoje e o efeito no custo se a linha fosse atualizada. A tela separa os casos que pedem decisão: um código que saiu da tabela não tem atualização a aplicar, e uma linha com preço adaptado teria o valor escolhido substituído, por isso fica fora da conta do efeito total. Quem pode criar orçamentos escolhe linha a linha o que atualizar e confirma em "Atualizar linhas escolhidas": as linhas com preço novo e sem adaptação chegam marcadas, as adaptadas chegam desmarcadas, e um código que saiu da tabela ou uma linha já na edição atual não podem ser marcados. Atualizar não altera o orçamento conferido: grava a próxima versão dele, com as linhas escolhidas no custo da edição mais recente, e abre essa nova versão. Nas linhas atualizadas, o preço de venda que seguia o BDI é recalculado a partir do novo custo, e um preço definido à mão é mantido. Sem permissão de criar orçamentos, a tela continua sendo só leitura. Quando a impressão de códigos está ligada, esses dados de origem também acompanham o código no PDF, sem expor custos. Itens antigos ou importados sem vínculo identificado continuam com a origem informada, marcada como referência sem edição identificada; o sistema não tenta adivinhar a tabela. Se ainda não houver tabela para a UF, a busca avisa e você preenche à mão. Um resultado sem preço na tabela aparece na lista com o motivo e não preenche o item: composições de transporte que dependem de uma distância são publicadas com preço zero e não são serviços prontos para uso. No PDF, a proposta tem a opção "Imprimir códigos de referência ao lado da descrição": desligada por padrão, e vale a pena ligar numa licitação ou para um cliente que pede a referência; o custo continua fora do PDF nos dois casos. A busca está disponível em todos os planos, inclusive no Starter e no teste grátis.

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